"Já fui crítico; e se deixei o jornal para realizar provocações antiocidentais não foi para virar autor como Bergman ou Antonioni mas para, no máximo, ser um anônimo copydesk de Mack Sennett."
Rogério Sganzerla
SGAN
"Pelo amor de Deus, senhores críticos, não publiquem o óbvio, que eu sou "um talentoso influenciado por Welles e Godard." Falem da minha dívida a Mojica, que vocês detestam, por exemplo."
Rogério Sganzerla
MOJICA
Encarnação do Demônio, na Paisà por Filipe Furtado
http://www.revistapaisa.com.br/agosto08/encarnacao.htm
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
PANORAMA DO CINEMA JAPONÊS

Dividido em três módulos, o curso pretende dar um panorama desse cinema riquíssimo, muito falado, mas pouco visto e discutido que é o cinema japonês, com base na análise das obras de alguns de seus principais diretores. Todas as aulas terão um filme base, que será exibido na íntegra, e uma análise da carreira do diretor enfocado, com trechos de alguns de seus filmes mais importantes.
O módulo I abordará os mestres, desde o mais ligado a uma tradição contemplativa da cultura e da narrativa japonesa (Ozu) até o mais ocidentalizado (Kurosawa), passando pelos mestres no retrato das mulheres nipônicas (Mizoguchi e Naruse).
O módulo II analisará o cinema moderno japonês (que foi chamado de nouvelle vague japonesa), um cinema iconoclasta, de estéticas radicais e de algum escândalo, como por exemplo, Nagisa Oshima, o cineasta dessa geração mais famoso no ocidente em razão de seu Império dos Sentidos.
O módulo III buscará compreender os cineastas contemporâneos, as diferenças estéticas entre eles; a opção pelo cinema fantástico em Kiyoshi Kurosawa e a violência estetizada de autores como Takeshi Kitano.
MÓDULO 1 – OS MESTRES
(dia 4/09)
1) Yasujiro Ozu e a poesia do cotidiano.
-filme base: Bom Dia
(dia 11/09)
2) Kenji Mizoguchi: a força de um olhar.
-filme base: O Intendente Sansho
(dia 18/09)
4) Akira Kurosawa e o flerte com o ocidente.
-filme base: Trono Manchado de Sangue
(dia 25/09)
3) Mikio Naruse e a mulher japonesa.
-filme base: Mamãe
MÓDULO 2 - A NOUVELLE VAGUE JAPONESA
(02/10)
1) Nagisa Oshima e a ousadia conceitual
filme base: Juventude Desenfreada
(09/10)
2) Shohei Imamura e a marca da crueldade
filme base: Todos Porcos
(16/10)
3) Seijun Suzuki e a ousadia formal
filme base: Tokyo Violenta (ou A Marca de um Assassino)
(23/10)
4) Hiroshi Teshigahara: a parceria com o escritor Kobo Abe
filme base: A Mulher das Dunas
MÓDULO 3 - O CINEMA JAPONÊS CONTEMPORÂNEO
(30/10)
1) Takeshi Kitano: a versatilidade
filme base: Hana-bi
(6/11)
2) Kiyoshi Kurosawa: o verdadeiro novo mestre do Terror
filme base: Cure
(13/11)
3) Hirokazu Kore-eda e o místico oriental
filme base: Depois da Vida
(20/11)
4) Takashi Miike: entre a sugestão e a ultra violência
filme base: Audition
O curso tem um total de doze aulas, de três horas e meia cada.
Às quintas-feiras, das 19h30 às 23h.
Professores:
Sérgio Alpendre é editor da Paisà e redator da Contracampo.
Francis Vogner dos Reis é redator da Cinética e da Paisà.
Filipe Furtado é editor da Paisà.
QUANTO: R$ 400,00 em duas vezes, ou R$ 350,00 (em uma parcela).
ONDE: Rua Aureliano Coutinho, 278 - conj. 32
Higienópolis - São Paulo Fone: 3825-8141 / 7414-3534
e-mail:cursos@revistapaisa.com.br
domingo, 27 de julho de 2008
"rivettianas"
Twin Peaks: os Últimos Dias de Laura Palmer (Twin Peaks: Fire Walk with Me), de David Lynch

"É o filme mais louco da História do cinema. Não tenho idéia do que se passou, não tenho idéia sobre o que vi, só sei que deixei a sala de cinema flutuando a vários metros do chão."
Tropas Estelares (Starship Troopers), de Paul Verhoeven

"Tropas Estelares não é uma exaltação aos militares americanos e aos clichês do filme de guerra, se Verhoeven diz isso, é pra parecer politicamente correto. Mas o fato, é que lhe fascinam os clichês, pois ele é um humorista gráfico de personalidade, muito próximo da sensibilidade de um Lichtenstein. Sempre defendo Verhoeven. Seus monstros são maravilhosos e muito mais divertidos que os dinossauros de Spielberg."
Van Gogh (Van Gogh), de Maurice Pialat

"Pialat é um grande cineasta, imperfeito, claro, mas quem não é? Junto com a mini-série feita para a televisão La Maison des Bois, Van Gogh é seu melhor filme. Em ambos os trabalhos, Pialat consegue por na tela a felicidade, sem dúvida imaginária, do mundo antes da Primeira Guerra Mundial. E apesar do tom diferente, resultam tão belos como os filmes de Renoir."
Alma em Pânico(Angel Face), de Otto Preminger

"A crueza deste filme, longe de por em risco o essencial, busca acentuar a provocação. E aquilo que poderia comprometer essa essência – o gosto pelas aparências, pelo natural, a surpresa engenhosa do “acidental”, a busca do gesto casual – se encontra, no entanto, com a força secreta do cinema, que por fim, o protege do vácuo formal. Não é necessário pedir mais nada."

"É o filme mais louco da História do cinema. Não tenho idéia do que se passou, não tenho idéia sobre o que vi, só sei que deixei a sala de cinema flutuando a vários metros do chão."
Tropas Estelares (Starship Troopers), de Paul Verhoeven

"Tropas Estelares não é uma exaltação aos militares americanos e aos clichês do filme de guerra, se Verhoeven diz isso, é pra parecer politicamente correto. Mas o fato, é que lhe fascinam os clichês, pois ele é um humorista gráfico de personalidade, muito próximo da sensibilidade de um Lichtenstein. Sempre defendo Verhoeven. Seus monstros são maravilhosos e muito mais divertidos que os dinossauros de Spielberg."
Van Gogh (Van Gogh), de Maurice Pialat

"Pialat é um grande cineasta, imperfeito, claro, mas quem não é? Junto com a mini-série feita para a televisão La Maison des Bois, Van Gogh é seu melhor filme. Em ambos os trabalhos, Pialat consegue por na tela a felicidade, sem dúvida imaginária, do mundo antes da Primeira Guerra Mundial. E apesar do tom diferente, resultam tão belos como os filmes de Renoir."
Alma em Pânico(Angel Face), de Otto Preminger

"A crueza deste filme, longe de por em risco o essencial, busca acentuar a provocação. E aquilo que poderia comprometer essa essência – o gosto pelas aparências, pelo natural, a surpresa engenhosa do “acidental”, a busca do gesto casual – se encontra, no entanto, com a força secreta do cinema, que por fim, o protege do vácuo formal. Não é necessário pedir mais nada."
segunda-feira, 9 de junho de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
São Bernardo do Campo Streets
Foto tirada na rua que atravessa a rua onde moro, e isso está se multiplicando com uma rapidez e um volume assustadores. Os autores tem entre 14 e 19 anos, respaldado por alguns boçais, senhores até.
Quando a ressaca do século XX terminar em São Bernardo a cidade terá acabado.
Em tempo
Verei se consigo fotografar a placa de uma singela vila perto de minha casa, a Vila Mussolini.
Pois é.
Quando a ressaca do século XX terminar em São Bernardo a cidade terá acabado.
Em tempo
Verei se consigo fotografar a placa de uma singela vila perto de minha casa, a Vila Mussolini.
Pois é.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
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