Eu disse
Aqui
e aqui
terça-feira, 27 de maio de 2008
São Bernardo do Campo Streets
Foto tirada na rua que atravessa a rua onde moro, e isso está se multiplicando com uma rapidez e um volume assustadores. Os autores tem entre 14 e 19 anos, respaldado por alguns boçais, senhores até.
Quando a ressaca do século XX terminar em São Bernardo a cidade terá acabado.
Em tempo
Verei se consigo fotografar a placa de uma singela vila perto de minha casa, a Vila Mussolini.
Pois é.
Quando a ressaca do século XX terminar em São Bernardo a cidade terá acabado.
Em tempo
Verei se consigo fotografar a placa de uma singela vila perto de minha casa, a Vila Mussolini.
Pois é.

quarta-feira, 7 de maio de 2008
domingo, 4 de maio de 2008
Rivette says:
O Mensageiro do Diabo (The Night of the Hunter), de Charles Laughton

“É o mais sedutor debút e despedida da História do cinema. O que mais se pode dizer? O maior dos filmes amadores jamais feito.”
Contos da Lua Vaga (Ugetsu Monogatari), de Kenji Mizoguchi

"Se a música é um idioma universal, um filme também é: por isso é cinema, e não a língua japonesa, que se deve aprender para entender o idioma Mizoguchi. Uma linguagm comum, mas aqui levado a um grau de tal pureza que o nosso cinema ocidental jamais conheceu. Se Mizoguchi nos seduz é, em primeiro lugar, porque não tem a intenção de nos seduzir, e porque não abre concessão alguma para o espectador. Parece ser ele o único, entre todos os cineastas japoneses, que parece alcançar verdadeira universalidade do indivíduo."
Tire-au-flanc, de Jean Renoir

"Existe uma falta de pudor em todo grande filme e Renoir toma isso como norma."
Carne Trêmula (Carne Tremula), de Pedro Almodóvar

"Genial, um de seus mais belos filmes. Me encanta todo cinema de Almodóvar. É um relizador muito mais misterioso do que muita gente acredita, que não engana e nem aborrece o espectador. Ele pode ser comparado com Cocteau, no sentido em que joga com o fantasmagórico e com o real."

“É o mais sedutor debút e despedida da História do cinema. O que mais se pode dizer? O maior dos filmes amadores jamais feito.”
Contos da Lua Vaga (Ugetsu Monogatari), de Kenji Mizoguchi

"Se a música é um idioma universal, um filme também é: por isso é cinema, e não a língua japonesa, que se deve aprender para entender o idioma Mizoguchi. Uma linguagm comum, mas aqui levado a um grau de tal pureza que o nosso cinema ocidental jamais conheceu. Se Mizoguchi nos seduz é, em primeiro lugar, porque não tem a intenção de nos seduzir, e porque não abre concessão alguma para o espectador. Parece ser ele o único, entre todos os cineastas japoneses, que parece alcançar verdadeira universalidade do indivíduo."
Tire-au-flanc, de Jean Renoir

"Existe uma falta de pudor em todo grande filme e Renoir toma isso como norma."
Carne Trêmula (Carne Tremula), de Pedro Almodóvar

"Genial, um de seus mais belos filmes. Me encanta todo cinema de Almodóvar. É um relizador muito mais misterioso do que muita gente acredita, que não engana e nem aborrece o espectador. Ele pode ser comparado com Cocteau, no sentido em que joga com o fantasmagórico e com o real."
Assinar:
Postagens (Atom)